Teorias e práticas da Psicologia Social

Psicossocial

Campanha da WSPA Brasil – Projeto de Lei visa acabar com proteção para animais domésticos da Lei de Crimes Ambientais

2 / Setembro / 2010 por Natalia Alves


Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos.

A intenção do PL é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados”, e assim descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.

A WSPA Brasil elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98.  Clique no link e ajude os animais domésticos!

http://e-activist.com/ea-campaign/clientcampaign.do?ea.client.id=101&ea.campaign.id=4207

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Sociedade Inclusiva no Portal HSM

26 / Agosto / 2010 por Augusto Galery

Uma das coisas que faço na vida é trabalhar com projetos que visem uma sociedade inclusiva. A parte difícil é convencer as lideranças (políticas, privadas etc.) a aceitar a inclusão como um novo paradigma e, assim, conseguir evitar iniciativas que, mesmo revestidas de boas intenções, mantenham a exclusão e o assistencialismo vazio.

Dei uma entrevista no portal HSM sobre o assunto:

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Rádio Parabolinóica

18 / Agosto / 2010 por Augusto Galery

A Bel Bechara e o Sandro Serpa me enviaram notícia desse projeto mineiro de arte e loucura: a Rede Parabolinóica. Vale o olhar: http://parabolinoica.acsolidaria.org.br/index.php/quem_somos/

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Racionalidade e economia

12 / Agosto / 2010 por Augusto Galery

Assisti ontem a esse vídeo, no site do TED.

Apesar do dado tão impressionante que nos compara a macacos (e, nesse sentido, um “golpe ao narcisismo humano”, como colocaria Freud), algo me incomodou durante o vídeo. Após pensar um pouco, percebi que eram as hipóteses da qual partia a pesquisadora:
1. Construímos mal nossos ambientes ou
2. Nossas mentes são mal construídas.

A partir daí, ela demonstra como nossa mente -de humanos e de macacos - recorre a formas não racionais para tomar suas decisões. No entanto, é possível - a partir de outra ideologia - fazer uma terceira hipótese, que ela não contempla:
3. Não somos -e não deveríamos ser - seres racionais.

É fácil perceber, no vídeo da pesquisadora, uma defesa ideológica ao racionalismo e à tecnicidade, que hora nenhuma são questionados. A solução que ela dá, no fim do filme: precisamos admitir que não tomamos decisões racionais para, a partir daí, construir uma “lente de contato” que nos permitirá ver a “realidade” racional.

Para minha sorte, lendo um texto de M. I. A. Fernandes, publicada na Revista USP, encontrei uma frase que traduziu exatamente meu incômodo. Citando Souza Santos, a autora afirma um dos problemas das sociedades contemporâneas é:
“[…A] hegemonia que a racionalidade científica vem assumindo e consiste ‘na transformação dos problemas éticos e políticos em problemas técnicos’ ” (p. 93).

Dessa forma, tornamos nossa economia globalizada, absolutamente predatória, num problema evolucionário biológico e individualizado, cuja solução é “cada um de vocês pensará sobre suas próprias limitações […] para reconhecê-las, aceitá-las e usar o mundo do design para superá-las” (retirado do vídeo). Mais uma vez, o texto de Fernandes me socorre:
“Os efeitos desse deslocamento [do público para o privado] fazem com que todas as questões a serem discutidas no âmbito do Estado passem a ser referidas somente a uma esfera privada” (p. 92). Não há mais política, apenas a necessidade de indivíduos que reconhecem suas limitações biológicas…

Recorro, uma última vez, ao texto de Fernandes, para concluir esse texto, com outra possibilidade que não a apresentada pela pesquisadora:

“A luta deve nos impor um exercício contínuo de construção e desconstrução de nosso fazer. A luta deve ser, portanto, contra um modelo de desenvolvimento que transformou a subjetividade num processo de individuação burocrática e subordinou a vida às exigências de uma razão tecnológica que converte o sujeito em objeto de si próprio (p. 98).

Bibliografia:
FERNANDES, Maria Inês Assumpção. Saúde Mental: a clausura de um conceito. Revista USP. São Paulo, n. 43, p. 90-99, setembro/novembro 1999.

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Todos loucos…

28 / Julho / 2010 por Augusto Galery

Saiu na folha de hoje (p. C9) uma reportagem sobre a nova versão do DSM (a classificação de doenças mentais da Associação Americana de Psiquiatria, um dos livros mais consultados para se fazer diagnóstico de transtornos mentais). A constatação que traz a reportagem é de que a quantidade de distúrbios acrescentados no manual torna virtualmente impossível a qualquer pessoa não ter um distúrbio. Foram incluídos como distúrbios - a folha cita os exemplos - a birra infantil e a síndrome de risco de psicose.

Os psiquiatras entrevistados afirmam: “isso pode levar à percepção de que todos precisamos de remédios para tratar nossas ‘doenças’ e muitas dessas drogas têm efeitos colaterais desagradáveis ou perigosos”. Bom, para ser sincero, tenho a impressão de que é exatamente essa a razão do aumento constante de comportamentos classificados como distúrbios mentais (como foi o caso do décifit de atenção, citada igualmente pelos psiquiatras entrevistados) : aumentar as vendas da indústria farmacêutica. Não se criam novas soluções para os problemas, mas novos problemas para que se receitem soluções.

O caso me apavora, pois vende a ilusão de que a subjetividade humana pode ser reduzida a uma série de reações químicas em desequilíbrio, que podem ser controladas - e anuladas - por medicações. E essas, muitas vezes, são viciantes, criando um ciclo. O que, aliás, não deve ser uma característica que desagrada os acionistas das empresas de medicamento…

A subjetividade torna-se, dessa forma, alvo - e vítima - do mercado de consumo, tão banalizada quanto a estética, que força a cirurgias e remédios para emagrecer…

Não consegui achar na Folha o link para a notícia, mas ela pode ser lida, em inglês, aqui: http://news.yahoo.com/s/nm/20100727/hl_nm/us_mental (aliás, a notícia da folha é quase que tradução literal desse artigo… só que a notícia brasileira não dá ênfase à venda dos remédios…).

Atualização: Como a vida é bem plural, encontrei um artigo do Henrique P. e Silva com uma impressão bem diferente do novo DSM da que apresentei aqui: http://henrique-analise.blogspot.com/2010/08/loucura-e-o-novo-dsm.html

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ATENTADO À MEMÓRIA DO PAÍS

26 / Julho / 2010 por Natalia Alves

A ANPUH – Associação Nacional de História vem tornar público seu rechaço ao art. 967 do Projeto de Lei do Senado n. 166 que institui o novo Código do Processo Civil (Projeto de Lei nº 166), que foi apresentado em 8 de junho de 2010. Em total desrespeito ao direito de preservação da memória e das regras arquivísticas mais elementares, este artigo do projeto vem reforçar e dar margem a procedimentos que permitem apagar o passado. O texto restaura, na íntegra, o antigo artigo 1.215 do atual Código do Processo Civil, promulgado em 1973, que autorizava a eliminação completa dos autos findos e arquivados há mais de cinco anos, “por incineração, destruição mecânica ou por outro meio adequado”. Em 1975, depois de ampla mobilização da comunidade nacional e internacional de historiadores e arquivistas, a vigência desse artigo foi suspensa pela Lei 6.246. Aprovada a atual proposta, estão novamente em risco milhares de processos cíveis: um prejuízo incalculável para a história do país, que já arca com perdas graves na área da Justiça do Trabalho, uma vez que a Lei 7.627, de 1987 (com o mesmo texto do artigo 967), tem autorizado a destruição de milhares de processos trabalhistas arquivados há mais de cinco anos. Além de grave agressão à História, a proposta também fere direitos constitucionais de acesso à informação e de produção de prova jurídica. Apelamos ao Presidente desta casa e aos senhores senadores para que não cometam mais esta agressão contra a história do país. Não é possível escrever a História sem documentação e esta não pode continuar sendo concebida pelo Estado brasileiro e por nossos representantes no Congresso Nacional como um estorvo, como um lixo para o qual se devem definir mecanismos de destruição periódica. Toda documentação tem valor histórico, todo documento interessa ao historiador, a concepção de que existem documentos que são em si mesmo interessantes para a história e outras não é, há muito tempo, uma visão ultrapassada em nossa área de atuação. Não podemos aceitar que fique a cargo de um juiz, que não tem formação na área de arquivística ou da historiografia, definir se um documento merece ser arquivado ou não, tem valor histórico ou não. Conclamamos a todas as instituições que se interessam pela defesa da memória do país que façam coro a este nosso protesto, para que este artigo possa ser retirado do corpo do projeto do novo Código do Processo Civil.


Durval Muniz de Albuquerque Júnior

Presidente da ANPUH - Associação Nacional de História

 

Matéria original: http://www.anpuh.org/site/capa

 

Abaixo-assinado: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6626

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Sakineh Mohammadi Ashtiani

13 / Julho / 2010 por Natalia Alves

Acabe com o apedrejamento!

            AVAAZ

 

Semana passada, clamores globais massivos impediram a morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani. Mas Sakineh ainda pode ser enforcada, e hoje, outras quinze pessoas aguardam execuções por apedrejamento, onde as pessoas são enterradas até o pescoço e grandes pedras são atiradas nas suas cabeças.

A campanha internacional dos filhos de Sakineh mostra que a condenação global funciona. Vamos tornar o apelo dessa família um movimento pelo fim do apedrejamento - assine a petição e envie para as pessoas que você conhece:

http://www.avaaz.org/po/stop_stoning/?cl=657365482&v=6778

 

(A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 4,9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. (”Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas).

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I Colóquio Internacional de Clínica da Atividade

6 / Julho / 2010 por Ana Paula

Encaminhando a divulgação do evento I Colóquio Internacional de Clínica da Atividade…

Prezado(a) sr(a),

estamos divulgando por meio do site http://www.fafich.ufmg.br/clinicadeatividade o I Colóquio Internacional
de Clínica da Atividade a ser realizado nos dias 20, 21 e 22 de Outubro de 2010 na Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), sob coordenação da professora Maria Elizabeth Antunes Lima, do Depto de Psicologia da UFMG. No site constam todas as informações necessárias aos interessados.
Aproveitamos a oportunidade para solicitar sua ajuda na divulgação do evento.
Atenciosamente,
Comitê de Organização do Evento

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IV Congresso Brasileiro de Educação Especial / VI Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial

1 / Julho / 2010 por Augusto Galery
15 / Agosto / 2010
2 / Novembro / 2010até5 / Novembro / 2010

A UFSCAR está promovendo o IV Congresso Brasileiro de Educação Especial / VI Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial. Apesar de eu achar um pouco estranha a nomenclatura “educação especial” - estou mais acostumado com “educação inclusiva” - é um congresso com uma atualidade imensa, ao meu ver.

Aceita trabalhos até 15 de agosto. Mais informações: http://www.cbee4.ufscar.br/

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Grupos e Medicina

23 / Junho / 2010 por Augusto Galery

Em conversa com a Natália Alves, levantamos 5 formas de se utilizar a psicologia de grupos para as práticas de medicina:

1) Pesquisas voltadas para Medicina Preventiva: para criar estratégias de prevenção, é necessário conhecer as representações sociais das doenças, da saúde, de como se contrai uma doença e como podemos previni-la. Um modo apropriado de fazê-lo é através de grupos focais ou de dinâmicas como as elaboradas por Kurt Lewin.

2) Tratamento de doenças crônicas: A utilização de grupos clínicos para dar suporte ao tratamento de doenças crônicas, em especial aquelas acompanhadas por dor, foi uma prática que acompanhamos durante a década de 90, em Centros de Referência em Saúde do Trabalhador, com bons resultados. O grupo cria um vínculo de apoio e compreensão, além de legitimar formas de tratamento e cuidados.

3)  Gestão Hospitalar: A gestão com foco nas pessoas pode usar as dinâmicas de grupo para treinamento, resolução de conflitos, para aumentar a colaboração entre as equipes e diversos outros.

4) Gestão de Equipes Multi e Interdisciplinares: As teorias de grupo auxiliam a convivência de equipes com saberes múltiplos, dentro das instituições de saúde.

5) Saúde Mental e Trabalho: Os trabalhadores da saúde são frequentemente acometidos por síndromes relacionadas à SM&T, como o estresse e o burn-out. Utilizar grupos para prevenir, controlar e tratar dessas síndromes tem sido uma forma de combatê-las.

Alguém aí pensa em mais alguma?

Atualização: O Augusto Campos, do Renast, pensou em mais uma importante:

6)  Atuação em comunidades e coletivos: “utilização de técnicas desse tipo em grupos homogêneos de trabalhadores, em comunidades, etc. para elaborações e empoderamento sobre as condições determinantes da saúde”.

(com a participação de Natália Alves e Augusto Campos)

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Poder e ética

8 / Junho / 2010 por Augusto Galery

Sugeri para uma turma de pós-graduação em Gestão Empresarial discutir sobre a relação entre poder e ética e as conclusões foram interessantes.

A idéia de que o desejo de poder está ligado a uma vontade individualista apareceu no começo da discussão. As pessoas querem poder para seus próprios fins. Nesse sentido, quanto mais poder eu tenho, mais individualista posso me tornar.

Em contraposição, ética apareceu ligada ao bem comum. A ética precisa ir além da centralização do poder em um ‘eu’ individualista ou em um ‘outro’, de forma subserviente, para ser pensado como um ‘nós’ igualitário e justo.

Assim, conclui-se que a coisa mais ética que posso fazer com o poder é distribui-lo igualmente. Essa seria a base de uma democracia verdadeira: abrir mão do ‘eu’ sem repassar o poder para o ‘outro’.

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Curso sobre lideranças em Belo Horizonte

3 / Junho / 2010 por Augusto Galery
19 / Julho / 2010 7:00 pmaté21 / Julho / 2010 10:30 pm

Em julho, darei, na UNA, em Belo Horizonte, um curso abordando os aspectos subjetivos da liderança a partir de diferentes linhas de psicologia

Agradeço muito a quem puder me ajudar a divulgar.

CONTRIBUIÇÕES DAS PSICOLOGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS LIDERANÇAS

Conteúdo programático:

. Psicologia como ciência da diversidade;
. O sujeito, o indivíduo e o homo economicus
. Teoria Sistêmica e seu impacto na liderança: problematização das teorias da liderança como função da personalidade e problematização das teorias de motivação como intrínsecas ao indivíduo;
. As contribuições da Psicanálise do Vínculo Social: aspectos subjetivos das equipes e dos grupos; conflitos organizacionais, poder e cultura.
. Os impactos da liderança na Saúde Mental e Trabalho: participação, micronegociação e reflexão.

Professor: Augusto Dutra Galery. Psicólogo pela UFMG, mestre em administração pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), doutorando em psicologia social pela Universidade de São Paulo (USP). Professor em cursos de pós-graduação lato sensu na Fundação Getulio Vargas, na Fundação Escola de Comércio Álvaro Penteado (FECAP) e na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pesquisador em Psicossociologia, Cultura Organizacional e Saúde Mental e Trabalho, com diversos artigos publicados, sendo os dois últimos aprovados na revista Cadernos de Psicologia Social do Trabalho da USP (no prelo) e no VI Colóquio Internacional de Psicodinâmica e Psicopatologia do Trabalho (São Paulo, abril de 2010). Consultor em psicossociologia em organizações privadas (como a Soma Logística), públicas (como o Centro de Pesquisa René Rachou, da Fundação Oswaldo Cruz) e sindicais (como o Sintrajud/SP) e assessor em metodologia de pesquisa (Praxian). Vencedor da categoria Monografia no Prêmio Talentos da Maturidade de 2008.

Período de realização: dias 19, 20 e 21 de julho de 2010

Horário: das 19h às 22h30

Carga horária: 12 horas-aula

Pré-requisitos: ensino médio completo.

Número de vagas: 30

Taxa de inscrição: R$30,00 (a ser paga no ato da inscrição)

Investimento: 3X R$50,00

Local do Curso: UNA - Campus Aimorés - Rua Aimorés, 1451, Lourdes - Belo Horizonte, MG

http://www.una.br/cursosdeextensao/cursos_curta_duracao_2010/contribuicoes_psicologicas.html

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VI Seminário Sociedade Inclusiva

24 / Maio / 2010 por Augusto Galery
24 / Maio / 2010até31 / Maio / 2010
10 / Novembro / 2010até12 / Novembro / 2010

Tendo como tema “os discursos sobre o outro e as práticas sociais”, o seminário realizado pela PucMinas já está aceitando inscrições para trabalhos. Aliás, fiquei sabendo tarde da notícia e a submissão de trabalhos está em cima: é até dia 31 de maio…

Para saber mais, acesse o site: http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/VIseminario/

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O Sucesso a Qualquer Preço

18 / Maio / 2010 por Augusto Galery

Ainda falando do PDT 2010, Ana Paula e eu apresentamos, durante o congresso, um trabalho sobre o filme O Sucesso a Qualquer Preço, que utilizamos ao dar aulas ou discutir em sindicatos sobre saúde mental e trabalho e, em especial, sobre a teoria dejouriana de Psicodinâmica do Trabalho.

O filme é muito bom para mostrar as consequências do excesso de pressão e do abuso moral sobre os trabalhadores. Colocamos o artigo aqui para download, caso alguém queira saber mais: Sucesso a qualquer preço

mapa da injustiça ambiental

6 / Maio / 2010 por Ana Paula

Marcelo Firpo, da Fiocruz (meu orientador do mestrado), organizou este mapa de injustiças ambientais. Achei demais! Tem os casos de Sampa: Shell, Nuclemon, etc, e do todo País.

Vejam aí: http://www.conflitoambiental.icict.fiocruz.br/index.php

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Basta ser humano - Impressões do PDT2010

27 / Abril / 2010 por Augusto Galery

Semana passada, aconteceu em São Paulo o PDT2010, Colóquio Internacional de Psicodinâmica e Psicopatologia do Trabalho. Nenhuma grande novidade nos debates, mas dois me chamaram a atenção:

- A constatação geral de que a pressão por publicação a que os professores universitários vem sendo submetidos pelos órgãos do governo, como a Capes e o MEC, está atingindo a saúde mental da classe, que não vê sentido - nem acadêmico, nem profissional - na publicação desenfreada. Juntamente, a constatação de que outros países vêm passando pelo mesmo problema: representantes canadenses reclamaram do “publish or perish” que impera no seu país; representantes franceses relataram a redução da qualidade da teorizaçao na França. Citou-se, inclusive, uma fala de Eugène Enriquez que, em outra ocasião, declarou que a França perdeu a liderança mundial da produção em ciências humanas pela lógica da produtividade acadêmica medida pela quantidade de publicações que foi implantada.

- Enquanto todos discutem a interdisciplinaridade, os psicanalistas continuam tentando impor a psicanálise como solução única para os problemas da escuta no mundo do trabalho (ou será no mundo todo?). A esse respeito, a fala do Prof. Heloani (Unicamp/FGV) foi inspiradora, ao afirmar que mesmo que a escuta psicanalítica tenha sua especificidade, o que o mundo do trabalho precisa é de seres humanos que exercitem a capacidade de escuta, independente de sua formação. Ou seja, para se melhorar a qualidade do trabalho e torná-lo mais tolerável, basta ser humano.

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O papel da tecnologia na democracia

20 / Abril / 2010 por Augusto Galery

Um autor que gosto muito é o Pierre Lévy, que defende a tese de que a Internet tem o potencial de ser o maior instrumento de democracia já inventado. Concordo com ele. E a entrevista ao ministro Gilmar Mendes, promovida pelo STJ e pela Google, através do Youtube, vem, para mim, somar pontos a essa hipótese.

As questões da entrevista foram feitas e votadas por internautas, de forma aberta e transparente, no site www.youtube.com/stf. Como os internautas e a mídia em geral podiam acompanhar os resultados parciais, não houve como fazer censuras às questões. Assim, o ministro precisou responder questões incômodas e, mais do que isso, ficou clara a posição dos internautas perante suas ações, como os habeas corpus oferecidos a Daniel Dantas.

O constrangimento da entrevista só é possível em demonstrações tão abertas de democracia. É claro, continua sendo uma democracia parcial (assim como a grega), já que dela só participam os digitalmente incluídos. Por isso, continuo achando que a inclusão digital é essencial para construção de uma democracia menos excludente que a atual.

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Voluntários, livro de Jáder dos Reis Sampaio

14 / Abril / 2010 por Augusto Galery
17 / Abril / 2010
11:00 amaté2:00 pm

O Jáder, professor de Psicologia Organizacional e do Trabalho da UFMG, está lançando um livro sobre voluntariado, que, nas palavras do autor: “trata de motivação e sofrimento de voluntários, cultura organizacional do terceiro setor, o ethos espírita brasileiro (com revisão de autores da Antropologia) e mostra os resultados de um estudo feito em uma creche espírita da capital mineira”.

Os dados do evento de lançamento do livro:

Local: Livraria Quixote
Data: 17/04/2010
Endereço: Rua Fernandes Tourinho 274, Savassi. Belo Horizonte – MG
Horário: das 11:00 às 14:00 horas
Preço: R$28,00

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VII Seminário Saúde do Trabalhador de Franca

12 / Abril / 2010 por Ana Paula
13 / Setembro / 2010até15 / Setembro / 2010

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Abaixo-assinado pela Lei de Proteção Animal

5 / Abril / 2010 por Natalia Alves

 O Projeto de Lei n. 215/2007, que institui o Código Federal de Bem-Estar Animal, de autoria do Deputado Federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), é um forte instrumento legal de defesa animal. Acompanha as exigências da União Européia, vedando práticas e regulamentando atividades na área de produção animal, experimentação e controle populacional de animais em meio urbano. Aprovar um projeto deste porte no Congresso Nacional é bastante complexo, pois a maioria dos parlamentares não se importa com a vida animal. Por isso, é preciso montrar a força das pessoas que amam e defendem os animais com este abaixo-assinado, pedindo urgência na aprovação do Código de Bem-Estar Animal.

É só clicar em http://www.leideprotecaoanimal.com.br  e preencher os dados solicitados.

Assine, por favor, se você ainda não o fez!

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Consuming Kids

1 / Abril / 2010 por Augusto Galery

Agora que sou pai, esse tipo de coisa me persegue todo o tempo. Por isso, assistir a um filme como Consuming Kids me dá uma péssima sensação de ter sacaneado minha filha ao colocá-la no mundo…







(Obrigado à Ana Paula por ter me mostrado…)

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Os sentidos e significados do trabalho na sociedade

10 / Março / 2010 por Augusto Galery
12 / Março / 2010 7:00 pmaté24 / Setembro / 2010 10:00 pm
7 / Maio / 2010
7:00 pmaté10:00 pm

O CRP está promovendo um ciclo de debates sobre o trabalho, utilizando diversos filmes como material para os debates. A programação completa pode ser vista aqui: http://www.crpsp.org.br/videoclube/.

Chamo a atenção paraa mesa de 7 de maio, sobre o filme Peões, que contará com a participação de nossa colaboradora Ana Paula Lopes dos Santos como debatedora.

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O Homem que encolheu (ou o encontro com as duas faces do capital)

8 / Março / 2010 por Ana Paula

João Augusto, 55 anos, é um bancário que trabalhou num mesmo banco, durante 32 anos. No fim da década de 1990, o banco foi privatizado, mas apesar da crise instalada e das demissões ocorridas logo depois (especialmente dos bancários adoecidos), continuou trabalhando na mesma empresa. Em reunião de integração dos novos funcionários, João era um dos exemplos de competência, organização e dedicação ao trabalho, ou seja “tinha o perfil que a empresa precisava”. Foi, então, que desejou se tornar gerente. Trabalhava 10 horas por dia, fez faculdade e pós-graduação em administração de empresas. Pouca atenção dava aos filhos e a esposa, mas, segundo ele “O dia que virei gerente foi a realização de um sonho…eu explodia de alegria”. Nas festas familiares e nas reuniões sociais enchia o peito para falar do seu trabalho, de sua empresa, das inovações, dos novos produtos. Seus colegas o chamavam de chato, segundo João:”Por que eu só sabia falar do trabalho”.

Anos depois, o banco passou por outro processo de “downsizing”, um período de reajustes e grandes tensões. Foi demitido: “meu mundo caiu”, não sabia como contar para família, chorou e ficou indignado: “só faltavam dois anos para a aposentadoria”. Esteve até no sindicato, pra buscar os poucos direitos. Recorreu no Ministério do Trabalho do “direito do seguro desemprego”, por que as prestações não paravam de chegar: carro, casa, escola dos filhos. Ainda perplexo, organizou um curriculum, fez contatos com outros gerentes de banco e abriu até uma firma própria: “virei pessoa jurídica, um empreendedor”.

Os dias iam se passando e teve que pegar empréstimo, no mesmo banco. Nenhuma solução e João não entendia: “eu era tão competente”. Os meses iam se passando e todos lhe diziam: “Eles só querem jovens”. No desespero foi no INSS e consegui negociar um salário de aposentadoria, disse: “melhor que nada”. Vendeu o carro e aprendeu a andar de ônibus. Colocou os filhos em escola pública e pensava: “Uma vida dedicada ao trabalho e nem pra pagar uma boa educação para os meus filhos eu prestava”. Constantemente irritado, rompeu com o casamento de trinta anos e foi morar com a mãe. De tanto andar atrás de trabalho, qualquer que fosse, aprendeu a parar no bar e beber cachaça: “pra aguentar o tranco”.

Dias atrás começou a sentir dores no peito e, forçado pelos filhos, procurou seu cardiologista de anos, mas o médico não o atendeu, já que não tinha “plano” e indicou o SUS. Depois de muito procurar, foi na tal Unidade de Saúde do bairro. Tomou um gole de cachaça e chegou na fila às 7h, mas só conseguiu marcar o clínico, pro encaminhamento, no fim do mês. Se sentiu humilhado.

No caminho de volta uma notícia estampada no jornal lhe salta os olhos, “seu” banco foi o mais lucrativo de 2005. Foi então que descobriu: “o meu banco não era meu, nunca foi” e encolheu.

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Seminário teórico-clínico das práticas grupais - abordagem psicanalítica de René Kaës

28 / Fevereiro / 2010 por Augusto Galery
5 / Abril / 2010
2:00 pmaté6:00 pm

Recebi esse convite de curso da colega Antonieta Pezo, que acontecerá no Sedes Sapientae. René Kaës é um teórico que comecei a estudar, que trabalha com as categorias do negativo, do intermediário e dos laços sociais, vendo uma perspectiva clínica com base no social que acho bem interessante…

SEMINÁRIO TEÓRICO-CLÍNICO DAS PRÁTICAS GRUPAIS
ABORDAGEM PSICANALÍTICA – RENÉ KAËS

JUSTIFICATIVA
Constata-se que grande parte dos profissionais atua atendendo grupos, sem ter na sua bagagem de formação uma escuta e ação diferenciada do sujeito no/do grupo.
O seminário teórico-clínico dirigido para os trabalhadores da saúde mental tem como finalidade preparar uma escuta e abordagem aprimoradas dos processos grupais, com pacientes, familiares, e nos programas de prevenção.
O atendimento grupal facilita a emergência de dificuldades e de soluções devido a mobilizar por identificação diversos recursos internos.

DEMANDA
Profissionais que atendem grupos nos serviços de saúde mental e precisam compreender os processos intra-subjetivos, inter-subjetivos e trans-subjetivos.

OBJETIVO
No termo deste seminário os participantes deverão:
* Analisar grupos a partir de uma leitura psicanalítica;
* Conhecer os fundamentos do método psicanalítico utilizando a teoria proposta pela escola inglesa de Bion; a escola argentina com Pichon Riviere e J. Bleger; e a escola francesa, fundamentalmente D. Anzieu e René Kaës;
* Ser capazes de instrumentalizar recursos facilitadores ou mediadores do diálogo e da produção grupal.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
* Conhecer os fundamentos do método psicanalítico em situações vinculares.
* Utilizar objetos mediadores ou facilitadores do diálogo no grupo.
* Aprender a reconhecer os fatores individuais, grupais e institucionais no material produzido durante a intervenção grupal.
* Favorecer a utilização de técnicas grupais: grupos de acolhimento, grupos de escuta; grupos terapêuticos; escuta grupal em oficinas nos CAPS ou NAPS.
* Introduzir recursos como: vivência pictográfica – grupal, foto-linguagem, dramatização do quotidiano.

PROGRAMA
Serão apresentadas questões teóricas na primeira parte do curso; e, vivências e discussão de situações-chave na prática de grupos na segunda parte do curso.

TEMÁTICA
1. O Grupo e as Instituições - Contexto e história. Nascimento e Evolução das práticas grupais no contexto institucional.
2. O grupo - Suportes teóricos fundamentais. Formações intermediárias. O porta-voz; o porta-palavra; o porta-sonho; o porta-sintoma.
3. Os fenômenos grupais. O processo de associação livre no grupo.
4. Os grupos internos e as alianças inconscientes. O aparelho psíquico grupal.
5. De que maneira utilizamos Winnicott quando trabalhamos com grupos.
6. Seleção e Agrupamento. Indicações e contra-indicações.
7. O diagnóstico grupal. As entrevistas iniciais com o grupo. O desenho coletivo.
8. As intervenções e interpretação nos grupos.

INSTRUMENTOS E RECURSOS
1. Vivências pictografico-grupais.
2. A foto-linguagem.
3. A dramatização do quotidiano.

CARGA HORARIA
* 2 horas teóricas
* 2 horas practicas
* Horário: segundas feiras das 14 horas as 18:00 horas
* INICIO: 05 DE ABRIL DE 2010.
* AULAS MINISTRADAS NO SEDES SAPIENTAE – INSCRIÇOES NO SITE

DOCENTE: María Antonieta Pezo del Pino
Licenciada em Psicologia pela PUC; Psicanalist formada no Instituto SEDES SAPIENTAE, em São Paulo, Brasil; Doutoranda e Mestre em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo – Departamento de Psicologia Social e do Trabalho. Membro do LAPSO – Laboratório de Psicologia Social do Instituto de Psicologia da USP. Membro do CETEC – Centro de Estudos da teoria Dops Campos - Supervisora: clínico-institucional da Rede de Saúde Mental do Estado de São Paulo (1984-2008). Atuo nos ambulatórios de Jaçanã, Pirituba, Franco da Rocha, São Miguel Paulista. Supervisionou o Ersa 4 e o Ersa 7. Supervisionou os centros de saúde mental dos Municípios de Bebedouro, Taquaritinga, Araraquara, Caraguatatuba, Santos (CVC). Realizou cursos de formação para atendimento grupal dos Municípios de Guarulhos, Caraguatatuba, Santos, Araraquara e São Carlos. No ano de 2007 realizou seminário teórico–clínico de grupos para os trabalhadores da saúde no Município de Santo André. Publicou na Revista Percurso, na Revista Estudos de Religião 34 da Universidade Metodista – 2008; a Revista Transformações na Psicologia da USP, 2008; nos Estados Gerais da Psicanálise, na revista Transiciones (Lima Peru), nas revistas eletrônicas e nos sites: defesa do trabalhador, Fort – Da (Psico - mundo), pai legal e Área 3 (Espanha).

INFORMAÇÕES
Instituto Sedes Sapientae: Telefone 3866 2734 e 3866 2371 ou pelo site do Instituto
Telefone: 9704 – 6053
E-Mail: mapezo@usp.br ou aagruppa36@hotmail.com

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Ajuda ao Haiti

15 / Janeiro / 2010 por Natalia Alves

Amigos

Acredito que todos estejam chocados e sensibilizados com a tragédia no Haiti. Para aqueles que gostariam de poder ajudar, mas não sabem como fazê-lo, segue uma lista de organizações idôneas que estão recebendo doações em dinheiro (as mais necessárias no momento). Como vários de vocês estão ‘espalhados’ mundo afora, seguem indicações de organizações internacionais também.

Quem não pode contribuir com recursos pode ajudar difundindo informações.

Grande abraço a todos a todas.


BRASIL

MÉDICOS SEM FRONTEIRAS

Doação online através de boleto bancário ou cartão de crédito: http://www.msf.org.br/Doacao.aspx
Doação por telefone:  (21) 2215-8688 ou 0800 941 0808, entre 10h e 18h.
Depósito Bancário: Banco Itaú (agência 0603, C.C. 32000-3) ou no Bradesco (Agência 306-6, C.C. 111036-5 ou Agência 3060-0, C.C. 111456-5). O comprovante do depósito deve ser enviado para MSF por e-mail, fax ou correio, junto com nome e endereço.

BANCO DO BRASIL

Conta cujos recursos serão administrados pela Embaixada do Haiti no país. Os depósitos podem ser feitos tanto no Brasil como no exterior
Conta corrente: nome “SOS Haiti” - agência 1606-3, conta corrente 91.000-7.

ONG “Viva Rio”

Conta cujos recursos serão destinados a gêneros alimentícios, água e medicamentos.
Conta corrente: Banco do Brasil -  nome “Viva Rio” - agência 1769-8, conta corrente 5113-6.

COMITÊ INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA

Banco HSBC - CNPJ - 04359688/0001-51
Agência – 1276 / Conta - 14526-84

INTERNACIONAL

 YELÉ HAITI

O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse  http://www.yele.org/ (clicar em “Donate”, escolher o valor da doação e fornecer os dados do cartão de crédito).

MÉDICOS SEM FRONTEIRAS

CANADÁ - Doctors Without Borders – Toronto
Tel:+1 (416) 964.06.19  / Fax:+1 (416) 963.87.07
www.msf.ca

FRANÇA  - Médecins Sans Frontières - Paris
Tel: +33 (1) 40.21.29.29 / Fax: +33 (1) 48.06.68.68
www.msf.fr
  / www.msf.fr/ainderint

ESPANHA - Medicos Sin Fronteras - Barcelona
Tel: +34 (93) 304.61.00 / Fax: +34 (93) 304.61.02

www.msf.es

SUÍÇA  -  Médecins Sans Frontières - Genebra
Tel: +41 (22) 849.84.84 / Fax: +41 (22) 849.84.88
www.msf.ch

EUA  - Doctors Without Borders - New York
Tel +1 (212) 679.6800 / Fax:+1 (212) 679.7016
www.doctorswithoutborders.org

COMITÊ INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA

Doações (espanhol)
http://www.icrc.org/Web/spa/sitespa0.nsf/html/helpicrc?OpenDocument

Doações (inglês)
http://www.icrc.org/web/eng/siteeng0.nsf/html/helpicrc

Doações (francês)
http://www.icrc.org/Web/fre/sitefre0.nsf/html/helpicrc?OpenDocument

FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO

Doações on line (via cartão de crédito)
http://donate.ifrc.org/?navid=02_02

Transferência bancária
http://www.ifrc.org/helpnow/bank.asp?navid=02_03

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