Teorias e práticas da Psicologia Social

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Parceria com a Submarino

5 / Setembro / 2007 por Augusto Galery

O Psicossocial.com.br fechou uma parceria com a Submarino. Fizemos isso por duas razões:

1) É uma forma de tentarmos pagar os custos do site. O Psicossocial.com.br é um site gratuito e seus autores escrevem por colaboração, mas ainda assim temos gastos, como manutenção, hospedagem, suporte etc.

2) É uma forma de disponibilizarmos aos leitores do site os livros sobre os quais falamos. A Submarino, em nossa opinião, é uma das mais completas livrarias online, com bons preços e entrega rápida.

Agradecemos a colaboração e a compreensão dos leitores.

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Sociedade B

3 / Setembro / 2007 por Augusto D. Galery

Domenico De Masi, em seu ‘Ócio Criativo’, conta como a sociedade industrial precisou de ‘igualar’ os horários, pois a produção em série dependia de todos os trabalhadores estarem ao mesmo tempo, num mesmo lugar. Na rota de massificação que a humanidade vinha tomando, nada mais normal do que sujeitar os tempos do homem aos tempos da produção.

As conseqüências da massificação do tempo são bastante perceptíveis: tente voltar para casa às 18h00 e você descobrirá que, ao igualar os horários de trabalho, a sociedade industrial criou a famigerada ‘hora do rush’. Além disso, uma pessoa que trabalha em horário comercial se vê, frequentemente, impedida de utilizar serviços que também funcionam em horário comercial, como os serviços bancários e públicos, por exemplo.

Se esses problemas de urbanismo são complicados, eu, que sempre fui usuário de horários alternativos fisiologicamente determinados, percebia o desrespeito à individualidade e à liberdade de escolha que resultaram da homogeneização dos tempos alcançada pelo controle do corpo humano pelo trabalho (veja a dissertação da Natália, Corpos entre Saúde e Trabalho, para saber mais sobre isso).

Felizmente, isso vem mudando. A Internet é uma das responsáveis. Graças a ela, por exemplo, é possível utilizar serviços como os públicos e os bancários em qualquer horário (apesar de alguns bancos se recusarem a deixar clientes madrugadores fazerem transações, mesmo via site).

Agora, a coisa melhora. Países como a Dinamarca e a Suécia começam a adotar horários da chamada Sociedade B (como foi noticiado aqui, por exemplo). Como os organizadores definem: “A estrutura de tempo da sociedade baseada nos hábitos dos que acordam cedo não é lei natural intocável, mesmo que facilmente pareça assim pelo modo com que organizamos nossas vidas” (definição disponível no site B-Society, cujo site original, B-samfundet, em dinamarquês, foge à minha competência…).

Algumas iniciativas, incipientes, vem sendo feitas no Brasil, principalmente ligadas ao horário do rush. Empresas flexibilizam seus horários de entrada e saída para que os funcionários possam tentar escapar do trânsito intenso.

Gostaria de ver pesquisas sobre o impacto da Sociedade B no estresse laboral e na satisfação com o trabalho. Acho que temos um bom campo de pesquisa despontando…

Qual o horário em que você prefere trabalhar?
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Corpos entre Saúde e Trabalho: A construção sociopolítica da LER como doença

2 / Setembro / 2007 por Natalia Alves

Oi! Sou a Natália Ribeiro Alves. Como minha primeira participação, posto aqui minha Dissertação de Mestrado.

Corpos entre Saúde e Trabalho


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Corpos entre Saúde e Trabalho: A construção sociopolítica da LER como doença is licensed under a
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